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24 janeiro 2017
Texto de Sónia Balasteiro Fotografia de Céu Guarda Fotografia de Céu Guarda Texto de Sónia Balasteiro
«A Saúda é um miminho»
​​​​​​​​​​​​​Na Farmácia Vitória, no ​Fundão, a Revista Saúda é um mimo que aproxima os farmacêuticos dos utentes.
​A saborear pela primeira vez as delícias da paternidade, Bruno Brito não perde uma edição da Revista Saúda. «Conheci-a através da farmácia e de jornais nacionais», conta, bem-disposto, o técnico de comunicação de 33 anos.

Veio à Farmácia Vitória, no Fundão, como habitualmente – «pelo menos, uma vez por mês», precisa ele – buscar artigos para o seu bebé: «Agora ainda venho mais, com os produtos para bebé, ou buscar a medicação que tenho de tomar e que lá em casa se usa frequentemente…» Hoje decidiu aproveitar um dos vales Saúda para levar um gel de banho para o filho. «Aproveitei o desconto, como é óbvio, porque, parecendo que não, é sempre uma ajuda. É bom mantermo-nos informados e podermos aproveitar estes descontos no nosso dia-a-dia», explica.



​Também é «leitor assíduo» da Revista Saúda. «Estou atento, sobretudo aos temas relacionados com pediatria e tudo o que tenha a ver com crianças. E leio as receitas». Situada numa pequena rua próxima da Câmara Municipal do Fundão, a Farmácia Vitória é um lugar cheio de vida e, sobretudo, de boa disposição, onde os utentes entram nem que seja apenas para cumprimentar os seus amigos, os farmacêuticos que os atendem. Como Bruno, Paula Cerdeira, de 52 anos, vem buscar «o que faz falta, para os filhos, para os pais ou para os sogros», e Hélia Simões, de 31, que vem sempre que precisa, por gostar do atendimento. «É uma farmácia acolhedora», descreve a advogada.

Os três são leitores da Revista Saúda e ilustram a forma como a publicação é privilegiada pela equipa de oito profissionais de saúde da Farmácia Vitória para «comunicar com os utentes». Ou melhor, para lhes «dar um miminho», elucida a directora-técnica da farmácia, Alcina Leal. «Recebemos 200 exemplares por mês», conta a responsável, acrescentando: «Temos critérios muito selectivos para dar a revista, senão desaparecia com rapidez».



Significa isto que a Saúda é tratada na Farmácia Vitória quase como um produto de luxo, sendo entregue aos utentes de acordo com o seu perfil e com os conteúdos tratados: «A revista é importante por causa dos diferentes temas de saúde que são abordados e também porque tem informações para os utentes em relação aos vales de desconto de que as pessoas podem beneficiar [para não repetir», explica Alcina Leal. E exemplifica: «Quando estamos perante uma utente que tem bebés, fazemos mais referência aos vales de desconto relacionados com produtos que ela à partida consome».

Paula Cerdeira, cliente há 30 anos e mãe de duas crianças, é uma das sortudas. «No dia em que venho, eles dão-me sempre uma revistinha, falam, e a gente trá-la no saquinho… Perguntam se já a tenho, se levei, se não levei…», conta. O que lhe dá imenso jeito, uma vez que é na Farmácia Vitória que adquire «o champô e o gel para os filhos». «Falam-me sempre das promoções».



«Quando distribuímos a revista na farmácia, informamos logo sobre os vales que estão disponíveis», refere a jovem farmacêutica Joana Madeira. Uma das formas que os profissionais encontraram de saber se um determinado produto tem um vale associado ao cartão Saúda é colando esse vale na prateleira. Também recebem notificações no sistema informático quando o registam.

Mas, actualmente, a Revista Saúda já não é só entregue por iniciativa do farmacêutico. Um ano após o seu lançamento, garante a directora-técnica, «há muita gente que a pede».

No início, «fomos nós que fomos incentivando e dando a conhecer a revista a alguns clientes», recorda, por seu lado, o farmacêutico Davide Esteves, que atendeu Bruno. «Agora, passado um ano, já notamos que em 50 clientes há cinco, dez, que vêm habitualmente e perguntam no início do mês: “Já há a revista? Ainda não chegou?”».


Joana Madeira tem uma experiência semelhante. «Principalmente no início do mês, perguntam sempre se a nova Revista Saúda já saiu». É procurada, explica, «não só pelos vales, mas também pelos temas que são abordados na revista, principalmente os artigos de opinião, que gostam de ler e depois discutir connosco».

Um exemplo de que se recorda bem sucedeu na edição de Outubro. «Quando saiu o artigo sobre a vacina da gripe, os utentes perguntavam se deviam mesmo vacinar-se, se iriam ter reacções adversas após a toma da vacina, que tipo de pessoas é que se deviam vacinar». E foram, como acontece sempre, devidamente esclarecidos pelos seus farmacêuticos.​

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