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Grávida? Não fume nem beba álcool!

A decisão de fumar e beber é, naturalmente, do foro individual. Mas vale a pena conhecer as consequências para refletir antes de decidir. Fumar ou beber durante a gravidez, não afeta apenas a grávida mas também o bebé.

 

 

Tabaco

Futura mamã e fumadora? Nunca é tarde demais para deixar de fumar!

Durante a gravidez, o tabaco faz com que o sangue da mãe seja composto por substâncias nocivas, como a nicotina. E, apesar da placenta ser muito seletiva, pois apenas deixa passar algumas substâncias do sangue materno para o feto, não consegue filtrar tudo. Tal faz com que algumas substâncias nocivas cheguem ao feto e possam causar:

  • Problemas respiratórios;
  • Desenvolvimento de malformações fetais;
  • Síndrome de morte súbita;
  • Aborto espontâneo;
  • Parto prematuro e recém-nascidos com baixo peso.

Além disso, quando a mãe fuma, o coração do bebé bate mais depressa e o sangue que lhe fornece o oxigénio chega-lhe carregado de alcatrão e monóxido de carbono, causando um défice de oxigenação (quantidade baixa de oxigénio disponível), tanto para a mãe como para o bebé.

Se deseja deixar de fumar, peça ajuda ao seu médico ou farmacêutico que a poderá reencaminhar para uma consulta de cessação tabágica.

Álcool

Não há uma quantidade segura para o consumo de álcool durante a gravidez e todos os tipos de álcool são igualmente prejudiciais, incluindo vinhos e cervejas.

Está comprovado que consumo de álcool tem efeitos nocivos sobre o feto que podem levar a:

  • Aborto espontâneo;
  • Parto prematuro e recém-nascidos com baixo peso;
  • Atraso no crescimento global do bebé (baixo peso corporal, tamanho da cabeça, dificuldades comportamentais, problemas com o coração, rins, ossos…).

Não fumar ou consumir bebidas alcoólicas durante a gravidez não é uma decisão tomada apenas pela sua saúde, mas principalmente pela saúde do seu bebé. Evitar estes hábitos é evitar complicações desnecessárias para o seu bebé, para si e para quem a rodeia.