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Somos o que comemos?

A alimentação é um fator essencial à nossa saúde e ao nosso bem-estar. Excessos e desequilíbrios acabam, quase sempre, mal.

 

A alimentação está na primeira linha do risco cardiovascular. E alimentação é aqui sinónimo de excessos e desequilíbrios. Excesso de gorduras, de sal, de álcool e de açúcares e, proporcionalmente, ausência ou insuficiência dos alimentos protetores do coração: os frutos e os vegetais, fonte de vitaminas e sais minerais, mas também os hidratos de carbono integrais, fornecedores de fibras. E ainda o peixe, as carnes magras e as leguminosas, que contribuem com proteínas mais saudáveis do que as chamadas carnes vermelhas.

Do desequilíbrio entre o que se come e o que se devia comer resultam, quase inevitavelmente, quilos a mais, e como consequência o risco de desenvolver diabetes que representa um fator de risco cardiovascular.

O excesso de peso é, aliás, um problema com que se debate um em cada dois portugueses, numa estatística que cada vez é mais engrossada pelas crianças.