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Colite Ulcerosa – Pequenos truques para viver melhor com a doença

A colite ulcerosa é uma doença inflamatória que afeta o intestino e que, atualmente ainda não tem cura. Existem, contudo, vários tratamentos que permitem melhorar as queixas e manter os pacientes sem sintomas durante longos períodos de tempo, contribuindo para o aumento da sua qualidade de vida.

 

O tratamento, prescrito por um médico especialista, depende da gravidade e extensão da doença, da resposta a tratamentos já efetuados, do número e da gravidade de crises anteriores e do tempo de remissão (período sem manifestações da doença).

A medicação para a colite ulcerosa é utilizada para diminuir a inflamação do intestino e permitir a cicatrização dos tecidos. Sintomas como a diarreia, perda de sangue e dor abdominal, também podem ser reduzidos e controlados com determinados medicamentos.

Em doentes com crises graves ou muito frequentes, ou com ferimentos do intestino com elevado risco de se poderem tornar malignos, poderá ser necessária uma intervenção cirúrgica.

Além da medicação, outros fatores, como a dieta e a nutrição, desempenham um papel fundamental na gestão da colite ulcerosa!

Devido às diferentes características e necessidades de cada doente, não existe uma dieta ou plano alimentar único que funcione para todos. Contudo, manter uma nutrição adequada, fazendo escolhas alimentares saudáveis que substituam os nutrientes perdidos e limitando o consumo de alimentos que pioram os sintomas da doença, pode ajudar a reduzir os sintomas e a promover o tratamento:

  • Evite álcool e bebidas cafeinadas: cerveja, vinho, licores, refrigerantes e café;
  • Evite alimentos ricos em fibras insolúveis: pois são mais difíceis de digerir, como frutas com casca, vegetais verdes crus, nozes, entre outros, principalmente quando está num período de crise, optando por frutas como a banana e o melão ou frutas cozidas;
  • Evite alimentos com lactose: leite, queijo e iogurte, sobretudo quando está num período de crise;
  • Evite alimentos muito condimentados;
  • Beba mais líquidos;
  • Faça refeições mais pequenas e com maior frequência;
  • Escreva um diário alimentar para ajudar a identificar alimentos “problemáticos”, isto é, que podem agravar os sintomas e lentamente introduza novos alimentos em sua dieta.

Em alguns casos pode ser necessária a adoção de outras alternativas para compensar a perda de nutrientes ou até de uma dieta específica estabelecida pelo seu médico.