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Guia de alimentação para o seu animal de estimação

É possível que já tenha tido dúvidas sobre a melhor forma de alimentar o seu animal de estimação. Dieta caseira ou ração? Seca ou húmida? Uma ou várias vezes por dia? Em que quantidades?

 

Nem sempre é fácil encontrar uma resposta para estas questões, já que dependem, entre outros, dos seguintes fatores:

  • Espécie do animal: cães e gatos, por exemplo, apresentam diferentes necessidades alimentares (os gatos necessitam de uma maior quantidade de proteína);
  • Tamanho/raça: cães de raças grandes precisam de maiores quantidades de alimento;
  • Idade: animais bebés e seniores devem comer um alimento adaptado à sua faixa etária;
  • Esterilização/castração: alguns animais aumentam de peso após estes procedimentos. Por isso, por vezes é preciso ajustar a sua alimentação;
  • Estado de saúde: algumas doenças, como gastroenterites, justificam dietas específicas.

Por norma, a melhor forma de alimentar o seu animal de estimação é fornecer-lhe uma dieta comercial (ração), que pode encontrar, por exemplo, no veterinário, na farmácia ou em lojas de animais. As rações são misturas que fornecem aos animais todos os nutrientes (elementos necessários ao correto funcionamento do organismo, como as proteínas e gorduras) de que necessitam, em proporções ideais. Aconselhe-se com o veterinário sobre a melhor opção para o seu amigo de quatro patas.

Siga ainda os seguintes conselhos:

  • Aposte em ração seca: esta deve ser a base da alimentação de qualquer animal de estimação. Os gatos, por serem animais que desidratam com mais facilidade, também podem, por vezes, comer ração húmida (em lata), mas sempre com moderação;
  • Evite que o animal tenha sempre alimento no prato: este hábito pode originar problemas de saúde como a obesidade. Em alternativa, alimente o seu animal várias vezes ao dia, idealmente 2 ou 3 (pequenas quantidades de cada vez);
  • Respeite as quantidades sugeridas na embalagem do alimento ou aconselhadas pelo médico veterinário;
  • Se quiser mudar de ração, faça-o aos poucos: dê tempo ao animal para se adaptar;
  • Assegure que o animal tem sempre água à disposição: a água é essencial para o correto funcionamento de qualquer organismo.

Por fim, evite partilhar alimentos com o seu animal de estimação, nomeadamente ossos (a sua ingestão pode originar vómitos ou obstrução do aparelho digestivo), chocolate, cebola, uvas, frutos secos, alho, abacate, citrinos, lacticínios, xilitol, café e bebidas alcoólicas.