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Proteção solar nas crianças – 5 pontos a não esquecer!

O Sol é indispensável: desempenha um papel considerável sobre o humor e os seus raios participam na síntese de vitamina D, fundamental para o fortalecimento dos ossos e crescimento saudável das crianças e para a sua saúde em geral.

 

A pele das crianças é mais fina, frágil e sensível do que a dos adultos e os seus mecanismos de defesa contra o sol são ainda imaturos. Além disso, a transpiração nas crianças é ainda pouco abundante, o que as torna mais sensíveis às variações de temperatura, às queimaduras solares e à desidratação.

Sendo assim, a exposição ao sol deve ser feita segundo algumas regras. Isto porque, além das razões referidas acima a pele mantém, durante anos, a “memória” das queimaduras solares, o que pode levar ao desenvolvimento de doenças da pele na idade adulta.

A infância é, por isso, um período-chave no relacionamento entre a pele e o sol e é a melhor altura para ganhar bons hábitos. Os gestos, repetidos em conjunto no presente, serão os gestos futuros da criança sendo que os pais têm um papel muito importante na preservação da pele dos seus filhos.

Este cuidado passa por escolher uma proteção solar eficaz contra os raios solares nocivos, respeitando sempre a delicadeza da pele dos mais pequenos:

A proteção solar, nas crianças deve:

  1. Oferecer proteção contra os raios ultravioleta B (UVB), contra os raios ultravioleta A (UVA) e apresentar um fator de proteção solar muito elevado (SPF 50+);
  2. Ser aplicada 30 minutos antes da exposição solar, quer seja na praia ou noutros locais de atividades ao ar livre e mesmo que esteja nevoeiro ou nebulado; Não esquecer a pele que não está exposta (por baixo do fato de banho) e com especial atenção aos lábios, orelhas, mãos, pés, zona atrás dos joelhos, ombros e pescoço. A aplicação deve ser repetida de 2 em 2 horas ou sempre que a criança molhar a pele no mar, piscina ou se transpirar muito;
  3. Estar adaptada ao estilo de vida das crianças: o produto deve resistir à água e à transpiração e, de preferência, ser visível na aplicação, para nenhuma zona do corpo ficar esquecida;
  4. Ter uma elevada tolerância: a fórmula deve ser hipoalergénica, sem álcool e testada sob controlo dermatológico;
  5. Estar adaptada ao tipo de pele da criança: se a pele for muito clara ou facilmente reativa, deverá optar por um cuidado especialmente desenvolvido para peles intolerantes.