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Ácido Fólico na Gravidez: será a suplementação necessária?

Um novo membro da família a caminho implica, para a mãe, alguns cuidados extra a ter durante a gravidez.

 

Todos sabemos, ou já ouvimos dizer, que a grávida não pode beber álcool e não deve beber café. E, no meio de variadas indicações desta nova realidade, surge, por norma, a indicação do médico de que a futura mãe deve começar a tomar ácido fólico.

O ácido fólico, ou vitamina B9, tem um papel importante na formação de glóbulos vermelhos (células sanguíneas) e na divisão celular. Este é um processo fundamental para as células, nomeadamente para a formação do chamado tubo neural que dá origem ao sistema nervoso central do bebé (cérebro e medula espinal). À medida que a gravidez evolui, aumentam as necessidades em ácido fólico por parte da grávida, sendo este nutriente essencial ao contribuir para o crescimento do tecido materno durante a gravidez e para ajudar a prevenir o risco de malformações neurológicas do feto como, por exemplo espinha bífida.

O ácido fólico está presente em diferentes alimentos – como por exemplo:

  • vegetais de folha verde escura (espinafres, brócolos, espargos, entre outros);
  • cereais integrais;
  • leguminosas

Durante a gravidez, a mulher pode e deve aumentar o consumo destes alimentos, no entanto a alimentação, por norma, não é suficiente para conseguir a quantidade adequada de ácido fólico e é necessária uma suplementação extra. Daí a indicação do médico para tomar ácido fólico, durante o primeiro trimestre ou mesmo durante toda a gravidez.

Idealmente, segundo a Direção Geral da Saúde, a toma de ácido fólico deve ser iniciada mesmo antes de a mulher engravidar. Mas não se preocupe, todos sabemos que uma gravidez nem sempre é planeada meses antes e isso não significa que o seu bebé possa vir a ter algum problema. O importante é falar com o médico, não só para a escolha do medicamento ou suplemento mais indicado, mas também da dose adequada ao seu caso em particular.