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Nariz entupido? E agora?

A congestão nasal (ou nariz entupido) está associada, grande parte das vezes, a situações como a constipação, gripe, rinite e sinusite. Resulta de uma inflamação da mucosa que reveste as fossas nasais, que origina a dilatação dos pequenos vasos sanguíneos que nela existem.

 

Para além do nariz entupido, pode ainda surgir dor de cabeça associada a uma sensação de rosto congestionado. Em consequência, a respiração tende a ser feita pela boca, podendo tornar incómodas ações tão comuns como falar, comer ou beber.

E agora? Como descongestionar o nariz?

  • Assoe o nariz, de forma suave, sempre que necessário;
  • Beba mais líquidos, para tornar as secreções mais fluidas. No entanto evite as bebidas com cafeína que podem secar a mucosa nasal;
  • Inale vapor de água, no mínimo, durante dez minutos no banho, duche ou colocando água bem quente no lavatório;
  • Aplique soro fisiológico ou sprays de água do mar, disponíveis na sua Farmácia Portuguesa, que ajudam a limpar e desentupir o nariz;
  • No caso dos bebés, pode ser utilizado um aspirador nasal, adequado à idade, para remover o muco, uma vez que nesta idade não conseguem assoar-se eficazmente.

Se estas medidas se revelarem insuficientes, ou se o incómodo for demasiado, o alívio do nariz entupido pode passar pelo uso de medicamentos: os descongestionantes são os mais indicados. Atuam diminuindo o diâmetro dos vasos sanguíneos – efeito vasoconstritor – alargando a passagem de ar e facilitando a saída das secreções. São dois os tipos de medicamentos:

Tópicos – sob a forma de spray ou gotas, por exemplo. Aplicam-se diretamente no nariz, tendo uma ação mais rápida.

Sistémicos – de administração oral, necessitam de mais tempo para atuar. Devem ser usados com muita precaução em doentes com problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, glaucoma e hiperplasia benigna da próstata.

Para otimizar os efeitos dos medicamentos e minimizar o risco de complicações, o uso dos descongestionantes tópicos deve respeitar duas regras de segurança essenciais: não ultrapassar a dose recomendada nem o tempo de tratamento (no máximo três dias consecutivos) para evitar o efeito rebound.