Ao programar as suas próximas férias, opte por conhecer previamente os riscos de saúde e as medidas de proteção dos locais que escolheu. Nos destinos, conheça os serviços médicos facilmente acessíveis.
→Se o transporte for o avião, a pastilha elástica ou o rebuçado sem açúcar para as crianças mais crescidas é bem-vinda tanto na descolagem, como na aterragem, enquanto para os mais pequeninos o biberão com água e as bolachas são a companhia recomendada.
→Já se a viagem for de carro, conduza em horas de menor calor e faça paragens frequentes. Antes de sair não se esqueça dos produtos complementares segundo o destino e as necessidades (ex. medicamentos para a febre e diarreia, repelentes, pomadas para picadas de insetos, entre outros).
Com a segurança das crianças não se brinca
A prevenção rodoviária leva muito a sério, e com razão, o transporte doe passageiros com idade inferior a 12 anos e até 1,35 m de altura, por ser justamente este universo o mais vulnerável em caso de embate ou travagem brusca.
E se para os mais crescidos é obrigatório o uso de cinto de segurança, neste caso a Lei vai mais longe: é obrigatório o uso de um sistema de retenção homologado que envolve a cadeira e o cinto de segurança. Por outras palavras as conhecidas cadeirinhas para o carro. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estes sistemas podem prevenir entre 50 a 80% dos ferimentos em caso de acidente:
| Grupo |
Peso (critério major) |
Idade aproximada |
| 0+ |
Até 13 kg |
Até aproximadamente aos 15 meses |
| I |
De 9 a 18 kg |
Desde os 12 meses até aproximadamente aos 3 ou 4 anos |
| II |
De 15 a 25 kg |
Aproximadamente, desde os 3 anos até aos 7 anos |
| III |
De 22 a 36 kg |
Aproximadamente, desde os 6 anos até aos 12 anos |
Nunca se esqueça: não deixe uma criança sozinha no carro, nem que seja só por uns segundos…
Outros conselhos úteis: assegure-se do bloqueio central das portas; se a viagem for longa, faça paragens frequentes para a criança descansar e beber água; se o sol brilhar intensamente, coloque um protetor nas janelas.