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Cuidados a ter, durante a gravidez, em contexto de COVID-19

Em momentos de tanta incerteza, todos os cuidados são poucos, especialmente quando aplicados às grávidas.

 

À data, não existe informação que defenda uma maior suscetibilidade de mulheres grávidas à COVID-19. No entanto, a gravidez é, naturalmente, um período de mudanças e adaptações no corpo da mulher, podendo, em alguns casos, facilitar o desenvolvimento de doenças virais, como a COVID-19, mas, também, por exemplo, a gripe. É por isso que todas as mulheres grávidas devem empenhar-se tanto na prevenção destas doenças.

Então, quais as medidas que uma grávida deve adotar para se proteger?

A mulher grávidas deve praticar as ações preventivas habituais para evitar infeções:

– Lavar as mãos frequentemente (principalmente antes de cozinhar e comer e depois de ir à casa de banho, de tossir/espirrar ou de se assoar, ou após contacto com outras pessoas ou superfícies, nomeadamente em espaços públicos);

– Evitar o contacto com pessoas doentes.

– Deve seguir as ações recomendadas especificamente para prevenção da COVID-19;

– Respeitar a distância recomendada entre pessoas próximas (idealmente 2 metros, no mínimo 1 metro);

– Estar informada sobre o vírus (SARS-CoV-2) e a doença (COVID-19), a partir de fontes credíveis, como os websites da Direção-Geral da Saúde (DGS) – www.dgs.pt – e da Organização Mundial da Saúde (OMS) – www.who.int –, e das Farmácias Portuguesas (www.farmaciasportuguesas.pt);

– Manter-se fisicamente ativa, de modo a manter uma boa condição física;

– Esclarecer todas as dúvidas com o médico que a acompanha. Algumas rotinas de vigilância pré-natal podem ser alvo de adaptações, mas existem procedimentos que não podem ser descurados. Existem mais profissionais de saúde prontos para a esclarecer e ajudar – farmacêuticos, enfermeiros e psicólogos poderão ser um grande apoio;

– Caso tome medicação para doença crónica, deve abastecer-se de forma a não ter que sair frequentemente para comprar os medicamentos. Este cuidado também deverá estender-se a outros. É igualmente importante ter uma rede de apoio (familiares e amigos) a quem possa recorrer em caso de necessidade – estes poderão, sempre que necessário, comprar-lhe o que faltar em casa.