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Leite para o meu bebé – Ajuda para crescer

O leite materno, segundo a Organização Mundial de Saúde, deve ser o alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida do bebé e, como complemento até aos 12 meses. É fonte de nutrientes e de outros compostos que vão reforçar as defesas do bebé, protegendo-o de agressões exteriores como alergias e infeções.

 

Por vezes, a mãe pode não poder ou escolher não amamentar. Noutras situações, a amamentação pode não ser suficiente durante todo o período recomendado, havendo, por isso, necessidade de recorrer, por indicação do médico pediatra, a outras soluções. Nestes casos, o bebé necessita de uma alimentação alternativa que responda às suas necessidades e que o ajude a crescer e a desenvolver-se de forma saudável.

A solução passa pelos leites e/ou fórmulas para lactentes que tentam aproximar-se do leite materno e contêm todos os componentes essenciais a nível nutricional.

Os leites e fórmulas infantis são adaptados às diferentes idades e etapas de desenvolvimento e diferem entre si sobretudo na origem da fonte de proteína: a classificação de leite implica que a fonte proteica seja proveniente da proteína do leite de vaca, enquanto a fórmula corresponde à utilização de outra fonte de proteína (como por exemplo, a soja).

As fórmulas e os leites diferem entre si essencialmente na composição, isto é, apesar da quantidade de proteína e energia fornecida não variar significativamente, os teores de alguns minerais como o cálcio, o fósforo e o ferro aumentam à medida que as necessidades do bebé aumentam.

Os leites e fórmulas podem também responder a necessidades específicas do bebé – pontuais ou não – como cólicas, prisão de ventre, alergias, intolerância à lactose, diarreia, desconforto digestivo, entre outros.

Assim, as fórmulas para lactentes podem ser, por exemplo:

– hipoalergénicas: têm como base proteínas do soro de leite hidrolisadas reduzindo o risco de alergias;

– anti-obstipantes: para bebés com prisão de ventre – facilitam o esvaziamento gástrico e o amolecimento das fezes;

– anticólicas: têm algumas alterações nas proporções dos nutrientes que provocam cólicas ao bebé – por exemplo podem ter um teor em lactose reduzido ou adição de prébióticos;

– antidiarreicas: não contém lactose e apresentam um elevado teor de proteínas

Na sua farmácia, e em articulação com o médico pediatra, poderá encontrar todas as informações e ajuda profissional acerca das alternativas disponíveis para o seu bebé.