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Animais de companhia – Sem sombras de parasitas

Partilhar o espaço doméstico com um cão ou um gato é fonte de múltiplos prazeres, mas também de alguns riscos, como o de contacto com parasitas, que ameaçam a saúde do animal e a de quem com ele convive.

Os parasitas mais comuns são as pulgas e as carraças (parasitas externos) e as lombrigas e as ténias (parasitas internos).

As pulgas vivem no pelo do animal, alimentando-se de sangue, acasalam e põem ovos. Delas advêm diversos problemas para o animal: pelo baço, pele inflamada, comichão, anemia, eventual transmissão de parasitas para o sangue e também dermatite alérgica à picada da pulga. Existem igualmente perigos para o homem, associados ao contacto direto com o animal ou com o seu ambiente – é que as pulgas são capazes de sobreviver em locais húmidos, como frestas da casa, onde depositam os ovos podendo dar reações também devido à picada destes parasitas.

Já as carraças instalam-se nas ervas e nos arbustos. Quando o animal roça na vegetação, fixam-se nas zonas de pele fina, alimentando-se do sangue. A sua mordedura pode dar origem a uma reação alérgica com vermelhidão e inchaço. No homem e nos animais pode provocar febre da carraça através da transmissão de bactérias (Rickettsias).

Perante este risco, há que prevenir, desparasitando frequentemente, se possível com a ajuda de uma vasta gama de produtos, com diferentes apresentações:

– coleiras inseticidas;

– sprays;

– pipetas;

– soluções para unção.

Com especificidades próprias consoante a forma de apresentação, devem ser utilizados de acordo com o recomendado para cada produto, em cada situação. Aconselhe-se com o médico veterinário ou com o seu farmacêutico.

Quanto aos parasitas internos, é quase sempre o contacto com fezes contaminadas que abre caminho à infestação. Quer as lombrigas, quer as ténias instalam-se no estômago e no intestino, causando no animal fraqueza e emagrecimento.

Também aqui a desparasitação é essencial, existindo medicamentos eficazes contra um ou mais tipos destes parasitas. A sua aplicação deve começar às seis semanas de vida do animal e, a partir daí, de 15 em 15 dias, até aos três meses. Depois é aconselhável que se repita a cada três ou quatro meses.

Se tem animais em casa, não hesite em procurar a sua farmácia: aqui encontra uma equipa habilitada a aconselhar os melhores cuidados e os produtos mais adequados para a saúde e o bem-estar animal.