É fundamental que haja consumo diário deste mineral, uma vez que o nosso corpo não o armazena.
São vários os alimentos fonte de zinco, quer de origem animal quer de origem vegetal, embora a absorção de zinco proveniente de alimentos de origem vegetal seja inferior. As fontes alimentares são:
- Ostras, caranguejo e lagosta
- Carnes, vermelha e de aves
- Feijão cozido, grão e lentilhas
- Amêndoas, amendoins e cajus
- Grãos integrais
- Cereais de pequeno-almoço fortificados
- Leite e derivados
Os défices em zinco podem surgir devido a uma alimentação pouco equilibrada e diversificada e maioritariamente à base de cereais refinados, fibras e fitato (presente em nozes, farelo, feijão, soja, outras leguminosas e pão integral), que impedem a absorção de zinco. Os sintomas da falta de zinco incluem crescimento retardado, perda de apetite e a função imunitária diminuída e, em casos de deficiência mais severa, alopecia (queda de cabelo ou pelo), diarreia, falta de apetite, perda de peso e diversas lesões cutâneas. Nos homens, pode ocorrer a redução da produção de espermatozoides. No caso de gravidez com deficiência de zinco, o bebé pode apresentar defeitos congénitos e nascer com baixo peso.
Algumas doenças como por exemplo, a colite ulcerosa, as doenças de Crohn e celíaca, e doenças crónicas hepática ou renal, podem causar problemas de absorção de zinco. O alcoolismo, o tratamento com diuréticos, alimentação intravenosa prolongada e suplementação com doses elevadas de ferro, também podem afetar a absorção de zinco.
A toma de suplementos de zinco, associada a uma dieta equilibrada, podem restabelecer a deficiência de zinco no organismo. Se este for o seu caso, consulte o seu médico ou farmacêutico, para aconselhar-se sobre a correta suplementação de zinco, nas doses e período adequados.
Sabia que…
» A falta de zinco pode enfraquecer o seu sistema imunitário e fazer com que as feridas sarem mais lentamente.
» A deficiência de zinco é mais comum em pessoas idosas que vivem em instituições e em pessoas acamadas.