Política de utilização de Cookies em ANF Este website utiliza cookies que asseguram funcionalidades para uma melhor navegação.
Ao continuar a navegar, está a concordar com a utilização de cookies e com os novos termos e condições de privacidade.
Aceitar
5 maio 2016
Texto de Pedro Veiga Texto de Pedro Veiga
Poupança com genéricos aquém das expectativas

​​​​​​​O Estado e os utentes portugueses não estão a poupar tanto quanto seria possível com o uso de genéricos.​

​​A poupança gerada pelo recurso a medicamentos genéricos recuou 6,3% no primeiro trimestre de 2016, quando comparado com igual período de 2015.

O uso de genéricos nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março d​este ano levou a poupanças para Estado Português e utentes na ordem dos 106,5 milhões de euros, menos 7,1 milhões de euros que no primeiro trimestre de 2015. Se esta tendência se mantiver ao longo de 2016, a economia gerada pela utilização de medicamentos genéricos para o Estado e utentes pode ficar perto de 30 milhões de euros abaixo do valor potencial de poupança.

A redução da poupança gerada pelo uso de genéricos é acompanhada por uma quebra na quota deste tipo de medicamentos, que recuou de 47,7% em Dezembro de 2015 para 47,3% em Março de 2016.

O uso de medicamentos genéricos gerou uma poupança real de 2.145 milhões de euros entre o início de 2011 e o final de 2015.