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14 janeiro 2017
  Saúde
Texto de Sónia Balasteiro Fotografia de Pedro Loureiro Fotografia de Pedro Loureiro Texto de Sónia Balasteiro
«Queremos que uma criança nos receba como família»

​​​​Diogo e Rosarinho sempre quiseram adoptar uma criança, mas não por não poderem ter filhos biológicos. Agora, ponderam fazê-lo de novo. ​

Começaram a namorar há 11 anos e o amor que nutriam um pelo outro incluía o sonho de receberem em casa uma criança. Explica Rosarinho Souto Cardoso, portadora de uma mutação genética incompatível com a vida, como leu no papel em que constava o diagnóstico e, apesar disso, prestes a ser mãe pela segunda vez: «Mesmo no namoro falávamos em adopção. O que foi engraçado e, nestas coisas, acho que também é engraçado estarmos tão em sintonia, é que, no momento em que descobrimos a minha alteração genética ficou logo assente que o processo da adopção iria ficar suspenso se não tivéssemos filhos».

Pode parecer estranho num primeiro olhar. Rosarinho e Diogo acreditam que a adopção só faz sentido «para que uma criança nos «possa ter e receber como família». «Era a criança que nos ia acolher e não éramos nós que íamos acolher nenhuma criança». 

O tema voltou a estar em cima da mesa, após serem pais.  «Três ou quatro meses depois de o Frederico nascer também… nos mesmos timings, olhámos um para o outro e dissemos: e se voltássemos a falar na adopção?»

Deram início ao processo mas, desafiando as probabilidades, Rosarinho ficou grávida pela segunda vez. O processo está suspenso até ao primeiro aniversário do bebé. ​

 
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